Thiago Fagury
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Jun 18th
Como era previsto o edital do TCU veio à praça trazendo consigo o PMBOK 4ª edição, que eu acho mais bacana chamar de 2008.
É incrível como qualquer apanhado de conhecimentos que seja prescritivo demais precisa de um overhaul de tempos em tempos. Que isso sirva de reflexão.
Pulando a baboseira, vamos ao que interessa. O que mudou, na prática? Vejam:
Dentro das áreas de conhecimento, as mudanças nos processos ficaram assim:
Gerência de Tempo, Custos, Qualidade, Rh e Riscos não sofreram alterações. Na minha opinião a “normalização” dos nomes e os novos processos deixaram mais fácil identificá-los dentro das áreas de conhecimento e dos grupos de processo, podendo até facilitar algum macete para decorar. Vou pensar nisso e no próximo post falo a respeito.
Até.
Apr 16th
A inscrição pode ser feita nesse link: http://www.flisolgo.org.br/gyn/index.php/inscricoes
Participem!
Mar 26th
Prezados,
Há dois meses recebi este e-mail de um colega concurseiro, que pediu dicas de como proceder para confeccionar um estudo de caso ou uma prova discursiva de TI. Respondi e fiz alguns comentários que podem ser úteis para mais gente, por isso solicitei publicar aqui no blog. Vamos lá.
Olá Thiago!
Sou ———– , concurseiro de Brasília.
Thiago, preciso de um help seu, mas se puder me ajudar, é claro (…).
(…) Minha maior dúvida é como desenvolver esse estudo (de caso), o que eu uso pra fazer isso,
quais técnicas? Se preciso de diagrama(s) ou não…? Você tem noção de como pode ser feito isso?
Mar 25th
Pessoal,
Não poderia deixar de registrar minha felicidade em poder ter visto o BB King ao vivo, no Ulysses Guimarães, em Brasília, dia 22/03. Aos 84 anos, Riley B. King é um exemplo para todos nós. Mesmo com dificuldades para se locomover, é uma pessoa de energia incrível, simpático, bem humorado e especialmente feliz por fazer o que gosta. Ainda canta como ninguém e toca como poucos.
Ele sabe que não lhe restam mais muitos dias, no entanto, está na estrada, trabalhando e fazendo o que sabe fazer de melhor. Muitos de nós trabalhamos hoje pensando em nos aposentar no futuro, claro. BB King nunca pensou assim. Sempre quis oferecer ao mundo o que ele tem de melhor, e isso é genial. Acho que Deus dá determinados dons às pessoas certas.
King influencia e influenciou uma geração inteira de músicos de blues e rock. É uma lenda viva, de fato. E além de me emocionar com cada música tocada, como ‘Key to the Highway’ e ‘Thrill is gone’, agora também agradeço a oportunidade de estar lá, testemunhar uma história muito interessante e, claro, tomar mais uma lição para a vida.
“Thank you B.B.!”

Mar 12th
Artigo retirado da IEEE Computer Society, autor Robert L. Glass. Original aqui.
This month’s column is simply a collection of what I consider to be facts—truths, if you will—about software engineering. I’m presenting this software engineering laundry list because far too many people who call themselves software engineers, or computer scientists, or programmers, or whatever nom du jour you prefer, either aren’t familiar with these facts or have forgotten them.
I don’t expect you to agree with all these facts; some of them might even upset you. Great! Then we can begin a dialog about which facts really are facts and which are merely figments of my vivid loyal opposition imagination! Enough preliminaries. Here are the most frequently forgotten fundamental facts about software engineering. Some are of vital importance—we forget them at considerable risk.
Feb 15th
Estabelece normas para elaboração e execução do Plano Plurianual e dos Orçamentos da União.
Segundo o decreto: “Toda AÇÃO FINALÍSTICA do governo federal deverá ser estruturada em programas orientados para a consecução dos objetivos estratégicos definidos para o período do plano”
Entende-se por ação finalística toda aquela que proporciona bem ou serviço para atendimento direto a demandas da sociedade.
Feb 15th
Talvez a melhor forma de definir Orçamento Público para concursos públicos seja como “uma peça que estima a receita e a fixa despesa pública”.
HISTÓRICO:
A evolução histórica do Orçamento Público passa pela Inglaterra, em 1217, através da Magna Carta do Rei João Sem Terra. Através dela o poder de tributar do reino estava limitado, tendo impacto direto no volume da receita pública.
Em seguida, a edição da `Petition of Rights` o parlamento trouxe para si a responsabilidade de determinar a legitimidade de um tributo.
Com a criação da lei do fundo consolidado em 1787, foi disciplinado o processo autorizativo das receitas e despesas públicas, inclusive com a publicação de relatório anual detalhado.
Em 1822 passa a ser necessário que o Chanceler do Erário apresente ao parlamento o orçamento da receita e despesa pública no exercício. Coube então ao parlamento a tarefa de aprovar o orçamento e fiscalizar sua execução.
TIPOS DE ORÇAMENTO:
Feb 14th
O orçamento público é confeccionado de acordo com objetivos. Dessa forma, existem três funções da política orçamentária (ou política fiscal):
Função Alocativa: tem como objetivo o provimento de BENS, sejam eles públicos, privados ou semi-públicos. É importante entender que o intuito é PROVER, não necessariamente PRODUZIR.
Função Distributiva: tem como objetivo (re)distribuir a RENDA, seja através de impostos ou de transferências (como o Bolsa Família).
Função Estabilizadora: atua na esfera ECONÔMICA, de modo a modificar os resultados e desempenho de economia. Políticas que modifiquem o PIB, a Inflação, o Desemprego e o Balanço de Pagamentos são ditas estabilizadoras. Em geral podem dividir-se em Expansionista e Contracionista. Na primeira o estado abre mão de parte de suas receitas e aumenta suas despesas, com o intuito de aquecimento econômico (como foi feito na crise econômica deflagrada em 2008/2009). Na segunda, há um notório ajuste fiscal, com aumento das receitas e diminuição de despesas.
Feb 14th
Bens Públicos x Bens Privados
Perguntas fundamentais para distinção entre eles:
1) O Benefício pode ser individualizado?
2) Há rivalidade de consumo (quando é consumido, reduz a quantidade disponível para os demais) ?
3) É excludente (se não pagar, não consome) ?
Para os BENS PRIVADOS, a resposta às 3 perguntas é SIM.
Exemplo: Um chinelo. 1) O benefício de seu uso é individualizado, 2) Quando compramos um chinelo a quantidade disponível de chinelos no mercado é diminuída e 3) Se eu não pagar pelo bendito chinelo, eu não tenho como levá-lo para casa.
Para os BENS PÚBLICOS, a resposta às 3 perguntas é NÃO.
Exemplo: Iluminação pública. 1) O benefício de seu uso é estendido a todos que estiverem próximos a ele, ou seja, não tenho como privar de um terceiro a luz do poste, caso ele esteja ao meu lado, 2) Utilizar a luz de um poste não implica em indisponibilizá-la para outras pessoas e 3) Mesmo quem não paga pela taxa de iluminação pública, pode utilizar-se da luz dele.
*Há um tipo especial de BENS PÚBLICOS, os SEMI-PÚBLICOS ou MERITÓRIOS. Ex: Educação e Saúde. Nesse caso, o estado divide com o particular a oferta desses bens e serviços, uma vez que parte da população que não pode pagar pelos mesmos não pode ser privada de seu consumo.
Feb 7th
Este tópico cai no APO-TI, tentarei passar a todos um pouco do que o Prof. Paulo Bijos transmitiu em sala de aula. Perdoem os eventuais desvios, não sou professor do assunto e só quero ajudá-los ao mesmo tempo em que sedimento o conteúdo, ok?
O processo intervencionista na economia brasileira se dá predominantemente após os anos 30. Sobre isso, é importante entender o contexto:
0) Em 1906, ano do primeiro vôo do 14-bis, houve o Convênio de Taubaté, marco histórico da intervenção do governo na economia nacional (em linhas gerais, o convênio regulava preços e produção);
1) Mesmo assim, até 1929, quando houve o crash da bolsa de NY, o estado brasileiro era PREDOMINANTEMENTE não-intervencionista.
2) Até os anos 30, o estado brasileiro tinha fracassado em incentivar o capital privado a povoar determinados setores da economia. Formou-se cenário ideal para o ideal do estado desenvolvimentista, haja vista o capital privado escasso em diversos setores na economia.
3) Entre 30 e 50, sob a batuta de Getúlio, surgiram grandes empresas estatais. A Cia. Vale do Rio Doce, em 1942, a Cia. Siderúrgica Nacional, também em 42, e a FNM (Fábrica Nacional de Motores), em 1943.
4) Neste mesmo período, em 1939, ocorre o marco do Planejamento no Brasil, com o Plano Especial de Obras Públicas e Aparelhamento da Defesa Nacional.
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