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Governança
Frequently Forgotten Fundamental Facts about Software Engineering
Mar 12th
Artigo retirado da IEEE Computer Society, autor Robert L. Glass. Original aqui.
This month’s column is simply a collection of what I consider to be facts—truths, if you will—about software engineering. I’m presenting this software engineering laundry list because far too many people who call themselves software engineers, or computer scientists, or programmers, or whatever nom du jour you prefer, either aren’t familiar with these facts or have forgotten them.
I don’t expect you to agree with all these facts; some of them might even upset you. Great! Then we can begin a dialog about which facts really are facts and which are merely figments of my vivid loyal opposition imagination! Enough preliminaries. Here are the most frequently forgotten fundamental facts about software engineering. Some are of vital importance—we forget them at considerable risk.
Licitações e Contratos Administrativos em TI
Sep 1st
Afinal, o que recomenda o TCU em termos de Licitações e Contratos Administrativos em TI?
Esta publicação tem o objetivo de esclarecer isso, trazendo uma compilação das principais Jurisprudências a respeito do tema. Vale a pena conferir, tanto quem é concurseiro quanto aqueles que já são servidores públicos.
Grande abraço!
Instrução Normativa N°04, de 19/05/2008
Mar 15th
Colegas,
Segue um material de estudo (apostila) da Instrução Normativa N° 04 (MPOG/SLTI). Considerações:
Recém saída do forno, a Instrução Normativa N° 04, de 19 de maio de 2008 já faz parte dos editais de concurso.
Ela disciplina a contratação dos serviços de TI pelos órgãos e entidades integrantes do SISP. Sua vigência é recente, tendo início em Janeiro de 2009, já valendo para os contratos deste ano e para os aditivos de contratos anteriores.
Fazendo a leitura desta resolução fiquei encantado com a forma que o legislador amarrou bem todos os conceitos de TI em um só Compliance. Termos como alinhamento estratégico, software, requisitos, critérios de aceitação, planejamento, monitoramento e controle aparecem de forma natural e encadeada na referida Instrução. Em suma, a Instrução N°04 do MPOG/SLTI é governança pura!
Clique aqui para fazer o download do material.
Quick Memo do Pmbok 2004
Feb 27th
Pessoal,
Um memorex rápido da estrutura de processos do Pmbok 2004. Muito bom pra concursos! A justificativa é a seguinte: aquela tabela que o professor Gledson e o colega Rogério Araújo propõem é muito útil, mas nossa memória demora um pouco mais pra assimilar as correlações porque estão em 2 dimensões.
A idéia aqui é fazer o mapeamento em uma dimensão apenas (nas Áreas de Conhecimento). A classificação dentro da dimensão de grupos de processo é feita usando cores!
Faça o download aqui: Quick Memo – PMBOK (Pdf)
Virtualização
Jan 19th
Começando 2009. Aliás, feliz 2009 para vocês!
Amigos, virtualização não é coisa nova. Em 1965 a IBM já usava virtualização em seus mainframes, ciente que esta era uma das melhores formas de maximizar recursos computacionais.
A diferença é que no momento temos a virtualização disponível para a plataforma x86, introduzida pela VMWare com o Enterprise Servers desde 2001. Atualmente há uma variedade de soluções, dentre as quais destaco a da Citrix (Xen Server). Esta é usada por nós na Assembléia Legislativa de Goiás (na verdade é uma para-virtualização) e tem se mostrado bastante eficiente, estável e robusta.
Embora concebidas com o mesmo objetivo, existem importantes diferenças nas arquiteturas e implementações dessas soluções de virtualização. Outro aspecto que as diferencia é a forma de gestão e administração das mesmas, não há um padrão para tal.
Algumas estatísticas mostram que está entre 10 e 15% a média de utilização dos servidores que executam aplicações dedicadas. Talvez só este índice seria capaz de justificar o uso da virtualização. Mas no âmbito de negócios, ela apresenta várias outras vantagens. Algumas: a virtualização aproveita melhor os recursos disponíveis, adia a aquisição de novos equipamentos, simplifica provisionamento de hardware para necessidades não planejadas, ajuda nas soluções de alta disponibilidade e em projetos de recuperação de desastre.
Sob o ponto de vista financeiro, o retorno de investimento sobre o hardware melhora devido ao menor custo de energia, menores requisitos de refrigeração, menos espaço físico, simplificação da operação e menores requisitos de gerenciamento.
Alguns mais observadores já enxergaram aqui forte relacionamento com as Gerências de Capacidade, Disponibilidade e Continuidade de Serviços do ITIL v2. E estão certos!
Fica evidente que a virtualização é um importante fator de apoio à gestão de serviços de TI. Um plano estratégico de TI nos moldes atuais deve contemplar a virtualização do parque em suas metas de infra-estrutura. Servidores virtualizados já estão credenciados como PARTE decisiva de uma política de governança em TI bem sucedida.
“Caindo na Real”
Dec 16th
É de arrepiar os cabelos. Mas o fato é que em 90% do tempo empresas ou órgãos como o que trabalho desperdiçam sua capacidade com documentações demais, processos de gestão de TI gordurosos e burocráticos.
Algo que precisa ser mentalizado por todo profissional de TI: tirar o foco das ferramentas usuais e mais poderosas, usadas por força do hábito e experiência, para trabalhar com modelos mais enxutos e ágeis. Manter aplicações e serviços dentro de um contexto mais simples é essencial. De uma maneira geral enfiamos coisas demais numa solicitação do usuário.
Faça o mínimo se a demanda for mínima. Não invente moda, tampouco reinvente a roda. Trabalhe com softwares e soluções livres, mais pessoas fazem isso hoje em dia e podem trazer soluções prontas para grande parte de seus problemas. Esqueça todo aquele volume de documentações e requisitos em forma de papel. Faça. Aja.
Aprenda que modelagem não é necessariamente UML e que processo de software pode ter grandes referências, mas deve ser seu: do seu tamanho, do tamanho de suas demandas, do tamanho do seu orçamento.
Achou tudo isso revolucionário demais? Uma afronta aos conceitos de processo de software, gerência de projetos? Pode até ser. Mas o fato é que realmente perdemos muito tempo com burocracia para fazer coisas muito simples. Se você acha tudo isso que escrevi um absurdo ou discorda de alguma parte, não leia “Getting Real” (Caindo na Real) da 37signals. O livro é escrito pelos desenvolvedores do framework Rails e além dos aspectos criativos, traz questionamentos essenciais sobre a produção de software. Enquanto CMMI e MPS.br te dizem como você pode se dar bem desenvolvendo projetos complexos dentro de um processo amplamente definido e parametrizado, Getting Real te dá o mesmo sucesso para aplicações leves e menores (a maioria), dentro de um processo dinâmico e baseado na intuição e produtividade.
É uma boa leitura para quem gosta de rever conceitos, não é acomodado e sabe observar tudo de maneira mais crítica. Fica aí a dica.
Mapa Mental – CMMI v1.2
Dec 11th
ITIL v2: Primeira Abordagem
Dec 9th
Olá pessoal. Primeiro peço desculpas pela ausência. Nas últimas duas semanas estive entretido com a virtualização de um dos servidores da Alego, usando Citrix XenServer 5. Acho que um bom tema para redação de concursos / provas seria o uso da virtualização como fator de apoio à Governança de TI, aliás. Prometo comentar um pouco sobre isso nas próximas semanas.
Desculpas à parte, alguns colegas da TI-Masters me adicionaram no gtalk para solicitar uma luz sobre ITIL v2. Digo de antemão que não sou lá o maior especialista, mas tenho me dedicado bastante aos estudos do modelo, principalmente através do livro do Aragon Fernandes, dos livros do ITIL v2 e de um excelente material do professor Gledson Pompeu (Cathedra e TCU – Brasília) que comprei recentemente. Chega de conversa e vamos lá!
A primeira coisa que precisamos entender sobre ITIL é que o modelo surgiu motivado pelo aumento da importância da TI dentro do contexto estratégico das empresas. De tão importante (imagine as vendas da Coca-Cola sem o funcionamento daqueles sistemas que os revendedores usam nos PDAs) para os objetivos de negócio, os comandantes de organizações passaram a exigir mais confiabilidade, disponibilidade e capacidade dos recursos de TI.
Neste cenário da tecnologia, tivemos um aumento na complexidade de suas ferramentas e , é claro, nos custos também. Por fim, chegou-se ao ponto em que os problemas oriundos da insuficiência/incapacidade da TI tornaram-se mais evidentes, sendo necessária uma gerência efetiva desse contexto.
É aí que o ITIL se insere. Segundo o modelo, a TI deve ser gerenciada como serviço. Um serviço básico para o negócio mesmo, assim como telefonia, água, luz. É necessário que os serviços de TI sejam garantidos dentro de parâmetros estabelecidos e acordados em um dado momento. (Continua)
Primeira idéia sobre Balanced Scorecard
Nov 18th
Antes de prosseguir com o assunto, lembro que ele será alvo de apostila muito em breve. Falarei aqui apenas os pontos iniciais da técnica de BSC.
O BSC é, de fato, uma técnica de planejamento empresarial. Surgiu em Harvard através dos professores Kaplan & Norton, em 1996. A vantagem desta técnica é favorecer o alinhamento de projetos, ações e serviços de TI aos planos estratégicos do negócio. A inovação do BSC foi considerar quatro perspectivas do negócio:
1. Financeira;
2. Cliente (em TI acrescenta-se o usuário também);
3. Processos internos ( gestão de projetos, desenvolvimento, gestão de incidentes, etc);
4. Aprendizado e crescimento.

De forma objetiva, como essas quatro perspectivas se relacionam: o resultado financeiro é o resultado da satisfação do cliente, que continua a usar os serviços e/ou produtos da empresa. A experiência de consumo dos serviços e produtos depende dos processos internos da empresa, e tais processos são apoiados pelo aprendizado e crescimento (RH, Conhecimento, Cultura, Patentes, etc).
O BSC tornou-se uma poderosa ferramenta para planejamento e para gestão de desempenho. Ele demonstra uma relação de causa e efeito entre as diferentes perspectivas, sendo de grande valia para as organizações.
Algum cuidado deve ser tomado na aplicação do BSC, especialmente em TI: muita organização de porte está tomando a ferramenta como o plano estratégico em si. Fica evidente o equívoco, o BSC é apenas uma metodologia de gestão estratégica (ou uma ferramenta de avaliação de desempenho, claro). Trocando em miúdos, ele é o meio utilizado para o alinhamento estratégico e para que os objetivos da estratégia sejam atingidos.
Muita informação interessante pode ser encontrada no The Balanced Scorecard Institute . Visite!
Flanelinha falando sobre ITIL ?
Nov 16th
Isso mesmo, Flanelinha falando sobre ITIL! A brincadeira é muito boa e já se tornou um “must see” do Youtube.
Na verdade trata-se de um pequeno teatro feito durante o 5ºITIL Workday, acontecido em 2007. Créditos para Nino Albano e Antônio Marcelo.
Piadas à parte, dá pra capturar alguns conceitos elementares como SLA, Serviço, Custo, Chamados, Controles, Incidentes dentre outros. Vale apena conferir!

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