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Análise de Tráfego para o Cespe – Parte 1
Sep 7th
Começo hoje uma pequena série de posts que visa ajudar na resolução de questões de análise de tráfego em redes, tais como aquelas malditas questões do TCU 2009. É apenas uma centelha para começar as coisas. Quem quiser ir a fundo no assunto, sugiro o site PCF-3 (Perito Criminal Federal – Área 3).
Esta série de posts, que começa hoje, terá a seguinte divisão:
1) Ferramentas e Instruções de Captura;
2) Interpretação do tráfego capturado;
3) Exercício de demonstração.
Vamos ao trabalho …
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PMBOK 4ª edição para concursos – e agora, José?
Jun 18th
Como era previsto o edital do TCU veio à praça trazendo consigo o PMBOK 4ª edição, que eu acho mais bacana chamar de 2008.
É incrível como qualquer apanhado de conhecimentos que seja prescritivo demais precisa de um overhaul de tempos em tempos. Que isso sirva de reflexão.
Pulando a baboseira, vamos ao que interessa. O que mudou, na prática? Vejam:
- Menos processos, 42 desta versão contra 44 da anterior;
- Processos com nomes padronizados (qualquer semelhança com as ISO não é mera coincidência): Verbo + Substantivo;
- Adequado ao novo acordo gramatical (uau!);
- Distinção mais clara entre Ativos de Processos Organizacionais e Fatores Ambientais;
- Padronização taxonômica das Mudanças Solicitadas, das Ações Preventivas e Corretivas e Correção de Defeitos;
- Diagramas de Fluxo Processos foram substituídos por Diagramas de Fluxo de Dados.
- Distinção entre os Documentos do Projeto comuns e o Plano de Gerenciamento do Projeto (antes este era um apanhado daqueles).
Dentro das áreas de conhecimento, as mudanças nos processos ficaram assim:
- Integração: removido o processo “Desenvolver a Declaração de Escopo Preliminar“;
- Escopo: excluído o “Planejamento de Escopo” e inserido o processo de “Coletar Requisitos“;
- Comunicações: novo processo intitulado “Identificação de Stakeholders“;
- Aquisições: um novo processo intitulado “Planejar as Aquisições” trouxe para dentro de si dois processos da versão anterior, “Planejar Compras e Aquisições” e “Planejar as Contratações“, que deixaram de existir. Outros dois processos, “Solicitar Resposta de Fornecedores” e “Selecionar Fornecedores“, também deram lugar a um processo maior, chamado de “Conduzir Aquisições“.
Gerência de Tempo, Custos, Qualidade, Rh e Riscos não sofreram alterações. Na minha opinião a “normalização” dos nomes e os novos processos deixaram mais fácil identificá-los dentro das áreas de conhecimento e dos grupos de processo, podendo até facilitar algum macete para decorar. Vou pensar nisso e no próximo post falo a respeito.
Até.
Estudo de caso / Discursiva para TI
Mar 26th
Prezados,
Há dois meses recebi este e-mail de um colega concurseiro, que pediu dicas de como proceder para confeccionar um estudo de caso ou uma prova discursiva de TI. Respondi e fiz alguns comentários que podem ser úteis para mais gente, por isso solicitei publicar aqui no blog. Vamos lá.
Olá Thiago!
Sou ———– , concurseiro de Brasília.
Thiago, preciso de um help seu, mas se puder me ajudar, é claro (…).
(…) Minha maior dúvida é como desenvolver esse estudo (de caso), o que eu uso pra fazer isso,
quais técnicas? Se preciso de diagrama(s) ou não…? Você tem noção de como pode ser feito isso?
APO-TI: Decreto 2.829
Feb 15th
Estabelece normas para elaboração e execução do Plano Plurianual e dos Orçamentos da União.
Segundo o decreto: “Toda AÇÃO FINALÍSTICA do governo federal deverá ser estruturada em programas orientados para a consecução dos objetivos estratégicos definidos para o período do plano”
Entende-se por ação finalística toda aquela que proporciona bem ou serviço para atendimento direto a demandas da sociedade.
APO-TI: Orçamento Público: Histórico, Conceitos e Elementos Básicos, Orçamento Tradicional, Base Zero, de Desempenho e Orçamento Programa
Feb 15th
Talvez a melhor forma de definir Orçamento Público para concursos públicos seja como “uma peça que estima a receita e a fixa despesa pública”.
HISTÓRICO:
A evolução histórica do Orçamento Público passa pela Inglaterra, em 1217, através da Magna Carta do Rei João Sem Terra. Através dela o poder de tributar do reino estava limitado, tendo impacto direto no volume da receita pública.
Em seguida, a edição da `Petition of Rights` o parlamento trouxe para si a responsabilidade de determinar a legitimidade de um tributo.
Com a criação da lei do fundo consolidado em 1787, foi disciplinado o processo autorizativo das receitas e despesas públicas, inclusive com a publicação de relatório anual detalhado.
Em 1822 passa a ser necessário que o Chanceler do Erário apresente ao parlamento o orçamento da receita e despesa pública no exercício. Coube então ao parlamento a tarefa de aprovar o orçamento e fiscalizar sua execução.
TIPOS DE ORÇAMENTO:
APO-TI: Funções da Política Orçamentária
Feb 14th
O orçamento público é confeccionado de acordo com objetivos. Dessa forma, existem três funções da política orçamentária (ou política fiscal):
Função Alocativa: tem como objetivo o provimento de BENS, sejam eles públicos, privados ou semi-públicos. É importante entender que o intuito é PROVER, não necessariamente PRODUZIR.
Função Distributiva: tem como objetivo (re)distribuir a RENDA, seja através de impostos ou de transferências (como o Bolsa Família).
Função Estabilizadora: atua na esfera ECONÔMICA, de modo a modificar os resultados e desempenho de economia. Políticas que modifiquem o PIB, a Inflação, o Desemprego e o Balanço de Pagamentos são ditas estabilizadoras. Em geral podem dividir-se em Expansionista e Contracionista. Na primeira o estado abre mão de parte de suas receitas e aumenta suas despesas, com o intuito de aquecimento econômico (como foi feito na crise econômica deflagrada em 2008/2009). Na segunda, há um notório ajuste fiscal, com aumento das receitas e diminuição de despesas.
APO-TI – Conceitos: Bens Públicos x Bens Privados
Feb 14th
Bens Públicos x Bens Privados
Perguntas fundamentais para distinção entre eles:
1) O Benefício pode ser individualizado?
2) Há rivalidade de consumo (quando é consumido, reduz a quantidade disponível para os demais) ?
3) É excludente (se não pagar, não consome) ?
Para os BENS PRIVADOS, a resposta às 3 perguntas é SIM.
Exemplo: Um chinelo. 1) O benefício de seu uso é individualizado, 2) Quando compramos um chinelo a quantidade disponível de chinelos no mercado é diminuída e 3) Se eu não pagar pelo bendito chinelo, eu não tenho como levá-lo para casa.
Para os BENS PÚBLICOS, a resposta às 3 perguntas é NÃO.
Exemplo: Iluminação pública. 1) O benefício de seu uso é estendido a todos que estiverem próximos a ele, ou seja, não tenho como privar de um terceiro a luz do poste, caso ele esteja ao meu lado, 2) Utilizar a luz de um poste não implica em indisponibilizá-la para outras pessoas e 3) Mesmo quem não paga pela taxa de iluminação pública, pode utilizar-se da luz dele.
*Há um tipo especial de BENS PÚBLICOS, os SEMI-PÚBLICOS ou MERITÓRIOS. Ex: Educação e Saúde. Nesse caso, o estado divide com o particular a oferta desses bens e serviços, uma vez que parte da população que não pode pagar pelos mesmos não pode ser privada de seu consumo.
APO-TI: Processo e etapas de intervenção do governo na economia brasileira
Feb 7th
Este tópico cai no APO-TI, tentarei passar a todos um pouco do que o Prof. Paulo Bijos transmitiu em sala de aula. Perdoem os eventuais desvios, não sou professor do assunto e só quero ajudá-los ao mesmo tempo em que sedimento o conteúdo, ok?
O processo intervencionista na economia brasileira se dá predominantemente após os anos 30. Sobre isso, é importante entender o contexto:
0) Em 1906, ano do primeiro vôo do 14-bis, houve o Convênio de Taubaté, marco histórico da intervenção do governo na economia nacional (em linhas gerais, o convênio regulava preços e produção);
1) Mesmo assim, até 1929, quando houve o crash da bolsa de NY, o estado brasileiro era PREDOMINANTEMENTE não-intervencionista.
2) Até os anos 30, o estado brasileiro tinha fracassado em incentivar o capital privado a povoar determinados setores da economia. Formou-se cenário ideal para o ideal do estado desenvolvimentista, haja vista o capital privado escasso em diversos setores na economia.
3) Entre 30 e 50, sob a batuta de Getúlio, surgiram grandes empresas estatais. A Cia. Vale do Rio Doce, em 1942, a Cia. Siderúrgica Nacional, também em 42, e a FNM (Fábrica Nacional de Motores), em 1943.
4) Neste mesmo período, em 1939, ocorre o marco do Planejamento no Brasil, com o Plano Especial de Obras Públicas e Aparelhamento da Defesa Nacional.
Sprint final MPOG: Resumo Portaria Nº11 SLTI
Oct 10th
No apagar das luzes, minha última contribuição para a prova do MPOG: resumo da portaria 11 da SLTI. Para quem vai encarar o corujão de hoje, bons estudos
Para os demais, boa prova amanhã!
Sprint final MPOG: Resumo Decreto nº 1048/1994
Oct 8th
Alô guerreiros! Muita fibra para todos nós nessa reta final para o MPOG.
Segue Resumo do Decreto 1048/1994. Estou tentando acelerar e cumprir toda a parte de legislação específica, vamos ver se consigo!
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