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Engenharia de Software
Frequently Forgotten Fundamental Facts about Software Engineering
Mar 12th
Artigo retirado da IEEE Computer Society, autor Robert L. Glass. Original aqui.
This month’s column is simply a collection of what I consider to be facts—truths, if you will—about software engineering. I’m presenting this software engineering laundry list because far too many people who call themselves software engineers, or computer scientists, or programmers, or whatever nom du jour you prefer, either aren’t familiar with these facts or have forgotten them.
I don’t expect you to agree with all these facts; some of them might even upset you. Great! Then we can begin a dialog about which facts really are facts and which are merely figments of my vivid loyal opposition imagination! Enough preliminaries. Here are the most frequently forgotten fundamental facts about software engineering. Some are of vital importance—we forget them at considerable risk.
“Caindo na Real”
Dec 16th
É de arrepiar os cabelos. Mas o fato é que em 90% do tempo empresas ou órgãos como o que trabalho desperdiçam sua capacidade com documentações demais, processos de gestão de TI gordurosos e burocráticos.
Algo que precisa ser mentalizado por todo profissional de TI: tirar o foco das ferramentas usuais e mais poderosas, usadas por força do hábito e experiência, para trabalhar com modelos mais enxutos e ágeis. Manter aplicações e serviços dentro de um contexto mais simples é essencial. De uma maneira geral enfiamos coisas demais numa solicitação do usuário.
Faça o mínimo se a demanda for mínima. Não invente moda, tampouco reinvente a roda. Trabalhe com softwares e soluções livres, mais pessoas fazem isso hoje em dia e podem trazer soluções prontas para grande parte de seus problemas. Esqueça todo aquele volume de documentações e requisitos em forma de papel. Faça. Aja.
Aprenda que modelagem não é necessariamente UML e que processo de software pode ter grandes referências, mas deve ser seu: do seu tamanho, do tamanho de suas demandas, do tamanho do seu orçamento.
Achou tudo isso revolucionário demais? Uma afronta aos conceitos de processo de software, gerência de projetos? Pode até ser. Mas o fato é que realmente perdemos muito tempo com burocracia para fazer coisas muito simples. Se você acha tudo isso que escrevi um absurdo ou discorda de alguma parte, não leia “Getting Real” (Caindo na Real) da 37signals. O livro é escrito pelos desenvolvedores do framework Rails e além dos aspectos criativos, traz questionamentos essenciais sobre a produção de software. Enquanto CMMI e MPS.br te dizem como você pode se dar bem desenvolvendo projetos complexos dentro de um processo amplamente definido e parametrizado, Getting Real te dá o mesmo sucesso para aplicações leves e menores (a maioria), dentro de um processo dinâmico e baseado na intuição e produtividade.
É uma boa leitura para quem gosta de rever conceitos, não é acomodado e sabe observar tudo de maneira mais crítica. Fica aí a dica.
Mapa Mental – CMMI v1.2
Dec 11th
Palestras em Goianésia
Jul 9th
Reedição do Post de 29 de Novembro de 2007, trazido para o novo site.
Estive em Goianésia-GO nos dias 27 e 28 ministrando palestra para acadêmicos do curso de Sistemas de Informação da Ueg (Universidade Estadual de Goiás). Os temas abordados foram “Análise de Requisitos, RUP e CMMI” na primeira palestra e “Gerência de Projetos PMI” na segunda. Procurei apresentar apenas alguns conceitos fundamentais e a relação entre os diversos modelos no processo de desenvolvimento de software.

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