Como era previsto o edital do TCU veio à praça trazendo consigo o PMBOK 4ª edição, que eu acho mais bacana chamar de 2008.

É incrível como qualquer apanhado de conhecimentos que seja prescritivo demais precisa de um overhaul de tempos em tempos. Que isso sirva de reflexão.

Pulando a baboseira, vamos ao que interessa. O que mudou, na prática? Vejam:

  • Menos processos, 42 desta versão contra 44 da anterior;
  • Processos com nomes padronizados (qualquer semelhança com as ISO não é mera coincidência): Verbo + Substantivo;
  • Adequado ao novo acordo gramatical (uau!);
  • Distinção mais clara entre Ativos de Processos Organizacionais e Fatores Ambientais;
  • Padronização taxonômica das Mudanças Solicitadas, das Ações Preventivas e Corretivas e Correção de Defeitos;
  • Diagramas de Fluxo Processos foram substituídos por Diagramas de Fluxo de Dados.
  • Distinção entre os Documentos do Projeto comuns e o Plano de Gerenciamento do Projeto (antes este era um apanhado daqueles).

Dentro das áreas de conhecimento, as mudanças nos processos ficaram assim:

  • Integração: removido o processo “Desenvolver a Declaração de Escopo Preliminar“;
  • Escopo: excluído o “Planejamento de Escopo” e inserido o processo de “Coletar Requisitos“;
  • Comunicações: novo processo intitulado “Identificação de Stakeholders“;
  • Aquisições: um novo processo intitulado “Planejar as Aquisições” trouxe para dentro de si dois processos da versão anterior, “Planejar Compras e Aquisições” e “Planejar as Contratações“, que deixaram de existir. Outros dois processos, “Solicitar Resposta de Fornecedores” e “Selecionar Fornecedores“, também deram lugar a um processo maior, chamado de “Conduzir Aquisições“.

Gerência de Tempo, Custos, Qualidade, Rh e Riscos não sofreram alterações. Na minha opinião a “normalização” dos nomes e os novos processos deixaram mais fácil identificá-los dentro das áreas de conhecimento e dos grupos de processo, podendo até facilitar algum macete para decorar. Vou pensar nisso e no próximo post falo a respeito.

Até.