Thiago Fagury
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Sep 15th
Este post tem o intuito de abreviar o esforço de pesquisa pela legislação exigida para o concurso do MPOG. Quem se deparou com o Edital viu quão chato é ficar pesquisando cada lei, decreto ou portaria. Esse pacote .zip resolve o problema.
Faça aqui o download.
Sep 14th
Tribunal abre inscrições para quem quiser tentar burlar urna eletrônica. Melhores contribuições serão premiadas; inscrições vão até 13 de outubro.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) abriu nesta sexta-feira (11) inscrições para quem quiser atuar como hacker para atacar os sistemas das urnas eletrônicas que serão utilizadas nas eleições do ano que vem. O objetivo é verificar se as urnas são resistentes a tentativas de fraudes e de invasão do sistema. A partir de 10h, o tribunal realiza uma audiência pública em Brasília para explicar todos os procedimentos para os testes. O resultado da discussão será publicado no site do TSE.
Fonte: G1.com.br
Sep 1st
Afinal, o que recomenda o TCU em termos de Licitações e Contratos Administrativos em TI?
Esta publicação tem o objetivo de esclarecer isso, trazendo uma compilação das principais Jurisprudências a respeito do tema. Vale a pena conferir, tanto quem é concurseiro quanto aqueles que já são servidores públicos.
Grande abraço!
May 21st
Vou aproveitar este post do site do Prof. Leandro Mendonça, o mediahome.com.br.
Minha máquina tem feito sucesso no INEP, dada a quantidade de VMs que uso. Aprendi com esse cara aí de cima durante minha passagem pela Assembléia Legislativa de Goiás.
Uso uma VM para cada ambiente que preciso trabalhar. Essencialmente uma VM para as ferramentas Windows que ainda me são necessárias (Bizagi e Dreamweaver principalmente), um ambiente para banking, outro para irpf, servidor web e banco. Tudo montado em cima do virtualbox, instalado no Mint de guerra (em casa estou usando ubuntu 9.04).
Chega de conversa. Para ver se o seu processador tem suporte nativo a virtualização, no linux:
Processadores Intel:
cat /proc/cpuinfo | grep vmx
Processadores AMD:
cat /proc/cpuinfo | grep svm
Caso seu processador tenha suporte, aparecerá no console
vmx
ou
svm
Ainda essa semana volto aqui. Desta vez mais focado em concursos. TCU is comming. Abraço!
Mar 16th
O importante é sair da zona de conforto pessoal. Vamos ao combate!
Mar 15th
Colegas,
Segue um material de estudo (apostila) da Instrução Normativa N° 04 (MPOG/SLTI). Considerações:
Recém saída do forno, a Instrução Normativa N° 04, de 19 de maio de 2008 já faz parte dos editais de concurso.
Ela disciplina a contratação dos serviços de TI pelos órgãos e entidades integrantes do SISP. Sua vigência é recente, tendo início em Janeiro de 2009, já valendo para os contratos deste ano e para os aditivos de contratos anteriores.
Fazendo a leitura desta resolução fiquei encantado com a forma que o legislador amarrou bem todos os conceitos de TI em um só Compliance. Termos como alinhamento estratégico, software, requisitos, critérios de aceitação, planejamento, monitoramento e controle aparecem de forma natural e encadeada na referida Instrução. Em suma, a Instrução N°04 do MPOG/SLTI é governança pura!
Clique aqui para fazer o download do material.
Feb 27th
Pessoal,
Um memorex rápido da estrutura de processos do Pmbok 2004. Muito bom pra concursos! A justificativa é a seguinte: aquela tabela que o professor Gledson e o colega Rogério Araújo propõem é muito útil, mas nossa memória demora um pouco mais pra assimilar as correlações porque estão em 2 dimensões.
A idéia aqui é fazer o mapeamento em uma dimensão apenas (nas Áreas de Conhecimento). A classificação dentro da dimensão de grupos de processo é feita usando cores!
Faça o download aqui: Quick Memo – PMBOK (Pdf)
Jan 19th
Começando 2009. Aliás, feliz 2009 para vocês!
Amigos, virtualização não é coisa nova. Em 1965 a IBM já usava virtualização em seus mainframes, ciente que esta era uma das melhores formas de maximizar recursos computacionais.
A diferença é que no momento temos a virtualização disponível para a plataforma x86, introduzida pela VMWare com o Enterprise Servers desde 2001. Atualmente há uma variedade de soluções, dentre as quais destaco a da Citrix (Xen Server). Esta é usada por nós na Assembléia Legislativa de Goiás (na verdade é uma para-virtualização) e tem se mostrado bastante eficiente, estável e robusta.
Embora concebidas com o mesmo objetivo, existem importantes diferenças nas arquiteturas e implementações dessas soluções de virtualização. Outro aspecto que as diferencia é a forma de gestão e administração das mesmas, não há um padrão para tal.
Algumas estatísticas mostram que está entre 10 e 15% a média de utilização dos servidores que executam aplicações dedicadas. Talvez só este índice seria capaz de justificar o uso da virtualização. Mas no âmbito de negócios, ela apresenta várias outras vantagens. Algumas: a virtualização aproveita melhor os recursos disponíveis, adia a aquisição de novos equipamentos, simplifica provisionamento de hardware para necessidades não planejadas, ajuda nas soluções de alta disponibilidade e em projetos de recuperação de desastre.
Sob o ponto de vista financeiro, o retorno de investimento sobre o hardware melhora devido ao menor custo de energia, menores requisitos de refrigeração, menos espaço físico, simplificação da operação e menores requisitos de gerenciamento.
Alguns mais observadores já enxergaram aqui forte relacionamento com as Gerências de Capacidade, Disponibilidade e Continuidade de Serviços do ITIL v2. E estão certos!
Fica evidente que a virtualização é um importante fator de apoio à gestão de serviços de TI. Um plano estratégico de TI nos moldes atuais deve contemplar a virtualização do parque em suas metas de infra-estrutura. Servidores virtualizados já estão credenciados como PARTE decisiva de uma política de governança em TI bem sucedida.
Dec 16th
É de arrepiar os cabelos. Mas o fato é que em 90% do tempo empresas ou órgãos como o que trabalho desperdiçam sua capacidade com documentações demais, processos de gestão de TI gordurosos e burocráticos.
Algo que precisa ser mentalizado por todo profissional de TI: tirar o foco das ferramentas usuais e mais poderosas, usadas por força do hábito e experiência, para trabalhar com modelos mais enxutos e ágeis. Manter aplicações e serviços dentro de um contexto mais simples é essencial. De uma maneira geral enfiamos coisas demais numa solicitação do usuário.
Faça o mínimo se a demanda for mínima. Não invente moda, tampouco reinvente a roda. Trabalhe com softwares e soluções livres, mais pessoas fazem isso hoje em dia e podem trazer soluções prontas para grande parte de seus problemas. Esqueça todo aquele volume de documentações e requisitos em forma de papel. Faça. Aja.
Aprenda que modelagem não é necessariamente UML e que processo de software pode ter grandes referências, mas deve ser seu: do seu tamanho, do tamanho de suas demandas, do tamanho do seu orçamento.
Achou tudo isso revolucionário demais? Uma afronta aos conceitos de processo de software, gerência de projetos? Pode até ser. Mas o fato é que realmente perdemos muito tempo com burocracia para fazer coisas muito simples. Se você acha tudo isso que escrevi um absurdo ou discorda de alguma parte, não leia “Getting Real” (Caindo na Real) da 37signals. O livro é escrito pelos desenvolvedores do framework Rails e além dos aspectos criativos, traz questionamentos essenciais sobre a produção de software. Enquanto CMMI e MPS.br te dizem como você pode se dar bem desenvolvendo projetos complexos dentro de um processo amplamente definido e parametrizado, Getting Real te dá o mesmo sucesso para aplicações leves e menores (a maioria), dentro de um processo dinâmico e baseado na intuição e produtividade.
É uma boa leitura para quem gosta de rever conceitos, não é acomodado e sabe observar tudo de maneira mais crítica. Fica aí a dica.
Dec 11th
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